O jogo de amistoso entre o Palmeiras e o Flamengo, que se iniciou na última segunda-feira em São Paulo, foi um verdadeiro clássico. Mas, além do resultado exequível para os jogadores da Squadra, não houve mais espaço para a “zebra” – um termo muito utilizado para descrever a defesa improvisada e desorganizada de alguns times. O Palmeiras, liderado pelo técnico Abel Ferreira, apresentou uma defesa sólida, que impôs dificuldades insonoras ao adversário.
A linha de fundo da defesa do Palmeiras foi composta por três jogadores: o volante, a lateral-direita e a lateral-esquerda. Essa linha defensiva sólida permitiu que os laterais, como João Luís e Raphael Veiga, se sentissem livres para avançar pelo lado direito e esquerdo do campo, criando oportunidades de ataque. Já o volante, Bruno Henrique, foi fundamental em garantir a estabilidade na defesa, interceptando passes inimigos e iniciando contra-ataques.
O que se destaca é a capacidade do Palmeiras de adotar uma defesa “solo” – ou seja, com apenas três jogadores na linha de fundo. É um modelo que está sendo amplamente utilizado por times de alto nível, como o Barcelona e o Real Madrid. E não é difícil entender por quê: essa formação permite que os jogadores sejam mais eficientes em sua função e que a equipe como um todo seja mais organizada e disciplinada.