Em um momento histórico que pode ser marcado como um divisor de águas para a história do futebol brasileiro, o técnico Joaquim Amorim confirmou na última rodada do amistoso que não há mais espaço para “zebras” nos times. Para Amorim, o termo se refere a equipes que optam por uma formação muito específica e estranha, com muitos jogadores não sendo de todo atuados em um mesmo posto.
O “zebralismo”, que é uma forma de jargão usada para descrever essa abordagem tendente a ser bem vista mas mal executada, já gerou controvérsia no cenário esportivo. Porém, o treinador não se pronunciou sobre isso de maneira direta, optando por enfatizar a importância de cada jogador estar em seu posto e contribuindo com seu talento. Para Amorim, um bom time não precisa ter muitos jogadores diferentes em todos os positions, mas sim uma boa distribuição do talento.
“É importante que o técnico esteja atento às necessidades da equipe e que escolha os melhores jogadores para cada posição”, disse Joaquim Amorim. “Não é preciso ter muitas opções para um time se destacar no campo. O mais importante é a harmonia entre todos os membros da equipe.”